É enviar para o local correto, definido hoje por lei,  o lixo gerado por qualquer pessoa física ou jurídica. Há uma hierarquia definida por órgãos internacionais e acatada pela legislação brasileira, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei n° 12.305/10.

A PNRS introduz o conceito de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto e a ideia de um sistema de logística reversa. O referido conceito abarca atribuições que vão além das responsabilidades dos fabricantes de produtos colocados nos mercados, incluindo importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores desses produtos e o poder público como responsável pelos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. 

A partir dessa nova lógica, o cidadão passa a ser responsável pela disposição correta dos resíduos que gera, bem como se faz necessário que reveja o seu papel enquanto consumidor. Ao setor privado cabe a tarefa de gerenciar de maneira correta os resíduos sólidos, reincorporá-los à cadeia produtiva e

inovar nos produtos, a fim de proporcionar ganhos socioambientais. Aos governos federal, estadual e municipal é atribuída como uma de suas principais responsabilidades a elaboração dos planos de resíduos sólidos (MMA, 2012).

A situação atual do país é a seguinte: mais de 50% do lixo que vai para os aterros hoje é constituído de resíduos orgânicos e mais de 80% deste volume poderia ser compostado! Isso porque a lei já está em vigor desde 2010! Para isso, urge começarmos a separação de nosso lixo em 3 tipos: recicláveis, compostáveis e rejeito. 

Ou seja, acabou a história de 2 lixos: um para recicláveis e outro para “orgânicos”, que, infelizmente hoje é usado para tudo o que não é reciclável!!!

A nossa realidade é que a esmagadora maioria do que é recolhido como “orgânico”, tanto residencial como de grandes geradores, acaba em aterros sanitários e essa é uma realidade que precisa ser mudada.

Só reciclamos 3% do nosso lixo no Brasil!

Visit Us On LinkedinVisit Us On FacebookVisit Us On Instagram